O pré-candidato à presidência pelo Partido Novo, Romeu Zema, declarou na última sexta-feira (1º/05) sua intenção de modificar a legislação brasileira que proíbe o trabalho infantil. A afirmação ocorreu durante sua participação no podcast “Inteligência Ltda”“, que foi transmitido ao vivo em celebração ao Dia do Trabalhador.

Em suas considerações sobre o assunto, Zema traçou um paralelo entre a realidade do Brasil e a dos Estados Unidos, criticando a atual proibição no Brasil. Ele observou: “Nos Estados Unidos, as crianças podem entregar jornais e recebem uma quantia por cada entrega. Aqui, isso é proibido, e isso é como escravizar crianças. É triste ver essa situação. No entanto, estou confiante de que conseguiremos mudar essa realidade.”

Veja as fotos

Em entrevista, Zema relativiza ditadura militar e revela que daria indulto a BolsonaroReprodução/Folha de S. Paulo
INSS PT processa Romeu Zema, governador de MG, por acusações contra o partidoReprodução/Instagram
INSS PT processa Romeu Zema, governador de MG, por acusações contra o partidoReprodução/Instagram

Leia Também

Política

INSS: PT processa Romeu Zema, governador de MG, por acusações contra o partido

Política

Aliados reagem à prisão de Bolsonaro e classificam ação como injustiça e abuso

Política

AtlasIntel: pesquisa mostra Centro-Oeste com maior aprovação e rejeição entre governadores

Política

Atlas: Tarcísio lidera simulação de 2º turno contra Lula, 48,4% a 46,6%





Durante a conversa no podcast, Zema compartilhou um pouco sobre sua trajetória pessoal e mencionou que começou a trabalhar desde muito jovem. “Eu comecei a trabalhar assim que aprendi a contar”, relatou. Ele revelou que aos cinco anos já ajudava seu pai no comércio de peças automotivas e formalizou seu vínculo empregatício ao completar 14 anos, quando obteve sua Carteira de Trabalho.

O ex-governador também atribuiu a restrição ao trabalho infantil a uma construção política específica. Segundo ele, “A esquerda criou esse conceito de que o trabalho é prejudicial para as crianças.” Apesar de defender mudanças nessa legislação, Zema reconheceu a importância da educação como prioridade fundamental; no entanto, argumentou que as crianças poderiam realizar tarefas simples que estivessem dentro de suas capacidades.