PSYCHIC FEVER rompe barreiras internacionais com “DIFFERENT” e celebra uma nova era no J-pop
KOKORO, WEESA, TSURUGI, RYOGA, REN, JIMMY e RYUSHIN estão passando por uma nova etapa em suas trajetórias artísticas. Com o lançamento do álbum “DIFFERENT”, que é o segundo trabalho de estúdio do PSYCHIC FEVER from EXILE TRIBE e seu primeiro projeto completo em quatro anos, os integrantes da banda compartilharam suas experiências em uma conversa exclusiva com o jornalista Adriel Marques. Durante a entrevista, abordaram a crescente base de fãs global, as lições aprendidas fora do Japão, detalhes sobre a convivência nas turnês e a mensagem central do novo álbum, que enfatiza a importância de transformar diferenças em força.
Disponível desde esta sexta-feira (10/7), “DIFFERENT” representa um marco significativo para o PSYCHIC FEVER. O disco conta com 10 faixas, incluindo canções inéditas e algumas já conhecidas pelos seguidores do grupo, além de destacar uma participação mais ativa dos membros no processo de criação. Este lançamento ocorre após uma série de conquistas internacionais, como a primeira turnê nos Estados Unidos, um contrato global com a Warner Music Group e apresentações em importantes festivais na Ásia e na América do Norte, reforçando a presença da banda além das fronteiras japonesas.
Veja as fotos
PSYCHIC FEVER from EXILE TRIBEFoto: Divulgação
KokoroFoto: Divulgação
WeesaFoto: Divulgação
TsurugiFoto: Divulgação
RyushinFoto: Divulgação
RyogaFoto: Divulgação
RenFoto: Divulgação
JimmyFoto: Divulgação
div>
div>
div>
KOKORO comentou sobre as surpresas que encontrou ao conquistar fãs em países distintos. Ele ressaltou como cada cultura responde de maneira particular nos shows. “Na nossa estreia na Tailândia, após adquirir experiência no Japão, fiquei impressionado com as diversas reações do público. Cada nação tem sua própria forma de aproveitar um show, e momentos que geram entusiasmo podem variar bastante. Essas vivências nos mostraram que não existe uma única abordagem para se apresentar. Hoje em dia pensamos cuidadosamente sobre cada plateia e até ajustamos o repertório e a dinâmica dos espetáculos conforme o país. Isso se tornou uma das maiores forças do PSYCHIC FEVER durante as apresentações ao vivo”, explicou.
A respeito das vivências fora do Japão, RYOGA recordou com carinho o tempo que passaram na Tailândia logo após sua estreia. “Para mim, nosso período na Tailândia foi essencial logo após o debut. Foi nossa primeira experiência morando no exterior e enfrentamos diversos desafios. As barreiras linguísticas foram complicadas e muitas vezes sentíamos que nossas habilidades estavam aquém do desejado; sem falar nos erros que cometemos ao longo do caminho. Refletindo agora, vejo que essa fase moldou nossa identidade atual. Aprendemos a nos adaptar e crescer constantemente. Sem tudo isso, não seríamos o mesmo grupo hoje”, afirmou.
Nesse meio tempo entre apresentações intensas e compromissos variados, os membros também arranjam formas de relaxar durante as turnês. REN compartilhou que um dos seus passatempos favoritos é visitar brechós junto com RYUSHIN quando estão em outros países: “Nós dois adoramos explorar lojas de roupas vintage sempre que estamos fora do Japão. Sou apaixonado por moda vintage e cada lugar oferece peças únicas que não encontramos aqui. É sempre gratificante descobrir novidades e essas visitas ajudam muito a relaxar durante as viagens.”
A descontração é parte essencial da dinâmica do PSYCHIC FEVER. RYUSHIN revelou quem é o mais brincalhão nos bastidores: “Sem dúvida alguma, o maior palhaço é JIMMY! Ele está sempre inventando pequenas pegadinhas para arrancar risadas da equipe. Quanto ao membro que leva mais tempo para se arrumar… sou eu! Tenho um estilo mais relaxado e frequentemente sou o último a terminar me preparar. Contudo, durante nossas viagens não há apenas um integrante responsável por manter o clima leve; todos gostam de brincar entre si e fazem piadas uns com os outros, tornando cada momento divertido independentemente de onde estejamos.”
Através de “DIFFERENT”, o PSYCHIC FEVER from EXILE TRIBE reafirma seu compromisso em celebrar a individualidade e demonstrar como culturas distintas podem coexistir harmoniosamente. O álbum é impulsionado pelo single “If You’re Mine”, que traz influências sonoras dos anos 2000 e representa uma nova fase na jornada da banda enquanto busca expandir ainda mais sua presença no cenário internacional da música pop japonesa.
Veja!
div>
div>
div>
div>
div>
div>
div>
Ver essa foto no Instagram div>
div>
div>
div>
div>
div>
div>
div >
div >
div >
div >
div >
di v >
di v >
di v >
di v >
di v >
di v >
p>
Um post compartilhado por Leo Dias Cultura (@leodiascultura) p>
di v >
blockquote >