Nesta terça-feira (30/6), Michelle Bolsonaro comunicou sua renúncia ao cargo de presidente do PL Mulher. A decisão foi revelada em uma declaração, onde a ex-primeira-dama mencionou que a escolha foi feita após uma conversa com Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL. Sua saída ocorre em um contexto de tumulto, marcado pela prisão de Jair Bolsonaro e por uma crise pública envolvendo Flávio Bolsonaro, seu enteado.
Michelle explicou que sua decisão se baseou na vontade de se “dedicar plenamente” aos cuidados com seu marido, que está sob prisão domiciliar humanitária desde 27 de março. O ex-presidente foi condenado a uma pena de 27 anos e 3 meses por tentativa de golpe de Estado e está usufruindo do benefício da prisão domiciliar por 90 dias devido a problemas de saúde, enquanto recebe tratamento para pneumonia.
Veja as fotos
Leia Também
Romário abre mão do salário do Senado durante cobertura da Copa
Eduardo Bolsonaro posa com fãs em área VIP de estádio antes de Brasil x Japão na Copa
div >
article >
picture >
Famosos span >
Barack Obama admite que casamento com Michelle não foi “igualitário” h3 >
div >
article >
div >
div >
“Depois de refletir bastante sobre a situação atual da nossa família, conversei com meu marido e me reuni com o presidente do Partido Liberal hoje à tarde para comunicar minha decisão de deixar a presidência do PL Mulher. Agora, meu foco será cuidar dele e da nossa filha”, destacou Michelle Bolsonaro.
Após anunciar sua saída, Valdemar Costa Neto declarou que Michelle “está passando por um momento difícil” e elogiou Jair Bolsonaro como “o maior líder da história recente deste país”. Ele ressaltou que “Michelle desempenhou um trabalho notável à frente do PL Mulher, mas optou por se concentrar em cuidar do nosso presidente nesta fase delicada. Precisamos respeitar essa escolha”, afirmou.
O líder do PL procurava amenizar as tensões entre Michelle e Flávio Bolsonaro depois que um vídeo viralizou nas redes sociais, onde ela expressava descontentamento em relação ao enteado. Na gravação, Michelle mencionou ter recebido uma “punhalada” dele no ano anterior e alegou ter sido maltratada por Flávio, que minimizou seu apoio. Após isso, o senador pediu desculpas e negou qualquer intenção ofensiva.
