A artista Baby do Brasil concedeu uma entrevista à repórter Janaina Nunes, do portal LeoDias, onde falou sobre o documentário “Apopcalipse Segundo Baby”, dirigido por Rafael Saar. A cantora destacou que, apesar de seu formato, a obra retrata sua vida como se fosse um filme, abrangendo um período de 18 anos.
“Este filme ainda não será exibido nos cinemas, pois primeiro passará por festivais e já conquistou cinco prêmios. É incrível, não é? Eu não participei da escolha do título, mas como frequentemente uso a palavra ‘Apopcalipse’ para amenizar a ideia, ele decidiu incorporá-la… E eu pensei: ‘Que maravilhoso!’. Dentro do meu contexto espiritual, que é o evangélico, fui ungida apóstola. Portanto, ‘segundo Baby’ é um conceito muito interessante”, comentou a artista sobre a denominação do projeto.
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No decorrer da conversa, a cantora destacou que o documentário retrata suas vivências ao longo de 18 anos. “É realmente a minha história e fiquei impressionada com a qualidade da produção. Foram quase duas décadas acompanhando minha trajetória (…). Este projeto tem mais cara de filme do que de documentário”, finalizou.
A obra também revela locais marcantes da vida da artista, incluindo o período em que ela viveu nas ruas após deixar sua casa. “As pessoas vão se surpreender ao saber que eu morei ali. Vocês conhecerão uma versão minha que muitos desconhecem. Eu mesma fiquei chocada: ‘Uau’. Meus filhos seguravam minha mão e diziam: ‘Mãe, mãe’… Nunca compartilhei isso antes”, contou Baby do Brasil, que atualmente tem 74 anos.
