A recente iniciativa do governo de Donald Trump para alterar a política de vacinação infantil nos Estados Unidos gerou uma resposta da Organização Mundial da Saúde (OMS). A entidade enfatizou que as decisões relacionadas à imunização devem ser embasadas em evidências científicas acumuladas ao longo de muitos anos e apontou que as modificações propostas pelo governo americano não se alinham a esse conhecimento consolidado.
A controvérsia aumentou devido à maneira como a proposta foi anunciada. Na última segunda-feira (10/8), durante um evento no Salão Oval, Trump permaneceu sentado enquanto outros membros do governo apresentavam as mudanças. Registros visuais que se espalharam nas redes sociais mostram o presidente com os olhos fechados enquanto o secretário de Saúde, Robert F. Kennedy Jr., falava. Essa cena fez com que internautas comentassem que Trump parecia cochilar durante a cerimônia. Vídeos desse momento também chamaram a atenção para o tremor nas mãos de Kennedy enquanto ele discursava.
Veja as fotos
Leia Também
Trump fica em palco enquanto Espanha levanta troféu e é criticado na web
Ronaldo leva troféu da Copa do Mundo para Donald Trump durante final
Hugo Chávez e Nicolás Maduro manipularam eleições na Venezuela, afirma Donald Trump h3 >
div >
article >
picture >
a >
Política
span >
Justiça dos EUA manda Trump pagar US$ 5,8 mi à escritora por abuso sexual
h3 >
div >
article >
div >
div >
No cerne da polêmica está uma ordem emitida por Trump para revisar as diretrizes federais sobre imunização infantil. Entre as propostas estão a diminuição do número de vacinas recomendadas regularmente e um intervalo maior entre algumas doses. Além disso, a iniciativa sugere alterações nas normas relativas à vacinação nas escolas. span > p >
Uma das sugestões mais controversas envolve o fim do uso da vacina combinada MMR (equivalente à tríplice viral no Brasil) como atualmente é feita, propondo que as vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola sejam administradas separadamente. Especialistas afirmam que não há evidências científicas que justifiquem essa separação e ressaltam ainda que as vacinas individuais não estão disponíveis nos Estados Unidos atualmente. span > p >
A OMS posicionou-se defendendo que os calendários de vacinação devem ser elaborados com base em avaliações independentes e transparentes. A organização lembrou que as orientações sobre a idade e o momento ideal para cada dose são frutos de décadas de pesquisas acerca da transmissão de doenças, funcionamento do sistema imunológico e eficácia dos imunizantes. span > p >
Robert F. Kennedy Jr., atual secretário de Saúde dos Estados Unidos, tem estado no centro dessa discussão há vários anos. Antes de sua nomeação ao governo, ele propagou teorias sobre uma possível ligação entre vacinas e autismo, sem qualquer respaldo científico. No entanto, diante do aumento dos casos de sarampo no país, o secretário declarou durante uma entrevista à CNN que os pais deveriam vacinar seus filhos contra a doença e reconheceu a eficácia das vacinas. span > p >
O cenário atual é crítico para a saúde pública nos Estados Unidos. O país enfrenta um aumento significativo nos casos de sarampo, e especialistas temem que uma redução na cobertura vacinal possa facilitar a propagação de uma doença considerada erradicada no território americano desde 2000. Tanto Trump quanto Kennedy argumentam que as novas medidas visam aumentar a autonomia das famílias e alinhar o calendário vacinal americano ao adotado em outras nações desenvolvidas. span > p >
picture >
a >
Política
span >
Justiça dos EUA manda Trump pagar US$ 5,8 mi à escritora por abuso sexual
h3 >
div >
article >
div >
div >
No cerne da polêmica está uma ordem emitida por Trump para revisar as diretrizes federais sobre imunização infantil. Entre as propostas estão a diminuição do número de vacinas recomendadas regularmente e um intervalo maior entre algumas doses. Além disso, a iniciativa sugere alterações nas normas relativas à vacinação nas escolas. span > p >
Uma das sugestões mais controversas envolve o fim do uso da vacina combinada MMR (equivalente à tríplice viral no Brasil) como atualmente é feita, propondo que as vacinas contra sarampo, caxumba e rubéola sejam administradas separadamente. Especialistas afirmam que não há evidências científicas que justifiquem essa separação e ressaltam ainda que as vacinas individuais não estão disponíveis nos Estados Unidos atualmente. span > p >
A OMS posicionou-se defendendo que os calendários de vacinação devem ser elaborados com base em avaliações independentes e transparentes. A organização lembrou que as orientações sobre a idade e o momento ideal para cada dose são frutos de décadas de pesquisas acerca da transmissão de doenças, funcionamento do sistema imunológico e eficácia dos imunizantes. span > p >
Robert F. Kennedy Jr., atual secretário de Saúde dos Estados Unidos, tem estado no centro dessa discussão há vários anos. Antes de sua nomeação ao governo, ele propagou teorias sobre uma possível ligação entre vacinas e autismo, sem qualquer respaldo científico. No entanto, diante do aumento dos casos de sarampo no país, o secretário declarou durante uma entrevista à CNN que os pais deveriam vacinar seus filhos contra a doença e reconheceu a eficácia das vacinas. span > p >
O cenário atual é crítico para a saúde pública nos Estados Unidos. O país enfrenta um aumento significativo nos casos de sarampo, e especialistas temem que uma redução na cobertura vacinal possa facilitar a propagação de uma doença considerada erradicada no território americano desde 2000. Tanto Trump quanto Kennedy argumentam que as novas medidas visam aumentar a autonomia das famílias e alinhar o calendário vacinal americano ao adotado em outras nações desenvolvidas. span > p >
