A agência de inteligência de Israel alertou o governo dos Estados Unidos sobre um alegado plano do Irã para assassinar o presidente Donald Trump. Essa informação foi reportada pela CNN Internacional, que citou fontes com conhecimento direto do assunto. O referido relatório, contendo as descobertas da inteligência israelense, foi entregue ao presidente americano.
Conforme a matéria, membros da administração americana levantaram a hipótese de que o documento enviado por Israel também poderia ter a intenção de influenciar as decisões de Trump em relação ao Irã. Até o presente momento, não foram divulgados detalhes públicos sobre a natureza da ameaça nem sobre quaisquer ações tomadas após a entrega do relatório.
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Na quarta-feira, dia 8 de julho, Trump expressou sua convicção de que é um dos principais alvos do regime iraniano e fez comentários severos acerca do tema.
“Estou em todas as listas. Vi esta manhã que sou mencionado em todas elas. Até agora, tive sorte, mas talvez isso não dure por muito tempo”, afirmou.
O presidente dos EUA reiterou suas críticas ao governo iraniano e defendeu uma resposta enérgica à ameaça: “Essas pessoas são malignas e insanas. Precisamos erradicar esse câncer. É preciso agir rapidamente para extirpá-lo no início. É assim que vejo essa situação.”
Essa revelação ocorre em um contexto de crescente tensão militar entre os dois países. Recentemente, os Estados Unidos e o Irã retomaram os ataques mútuos, rompendo um cessar-fogo que estava em vigor há algumas semanas.
Conforme relatado, forças americanas realizaram operações militares em resposta a supostos ataques iranianos contra embarcações no Estreito de Ormuz. Como reação, o Irã lançou ofensivas contra bases militares dos Estados Unidos situadas no Bahrein e no Kuwait.
Até o presente momento, não houve pronunciamento oficial das autoridades iranianas sobre o alegado plano mencionado pela inteligência israelense, nem há confirmação pública a respeito de uma investigação criminal relacionada ao ocorrido.
