Felipe Simas, conhecido ator brasileiro, compartilhou suas experiências na construção do personagem Baleado no thriller “Rio de Sangue”, durante uma conversa com a repórter Letícia Campos, do portal LeoDias. Ele enfatizou a importância da abordagem que utilizou para dar vida ao papel.

Durante a entrevista, o ator abordou a ruptura que seu personagem vivencia ao longo de sua história. Ele comentou sobre como essa desconexão impacta a trajetória do Baleado: “Nosso Baleado também foi uma criança que merecia amor. Em algum momento, ele se desconectou”. Simas refletiu sobre a necessidade de entender a humanidade por trás dos personagens: “Quando observamos todos com essa perspectiva, conseguimos desenvolver mais empatia e compaixão”.

Simas detalhou sua metodologia criativa ao afirmar: “Gosto de preparar os personagens olhando para a criança”. Ele acredita que isso é fundamental para compreender as complexidades emocionais que cercam seus papéis.

Veja as fotos

"Rio de Sangue" será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale
"Rio de Sangue" será lançado em 16 de abril nos cinemasCrédito: Divulgação/Barbara Vale
Divulgação

Leia Também

Redes Sociais

Casalzão! Agatha Moreira e Rodrigo Simas animam internautas com vídeo dançando

Cultura

Giovanna Antonelli conta que para viver personagem em “Rio de Sangue” atuou no limite físico

Carla Bittencourt

Marina Ruy Barbosa surge como Suzane Von Richthofen pela primeira vez em evento de “Tremembé”

Flávio Ricco

Tremembé pode ganhar duas novas temporadas

Além disso, Simas ressaltou a importância de se aprofundar nas camadas emocionais dos personagens e seu reflexo na atuação. Ele afirmou: “Esses personagens também merecem ser amados, independentemente das suas ações. Trazer essa emoção é mais fácil quando se compreende a infância do Baleado. Essa abordagem é parte do meu processo criativo.”

Por fim, o ator fez uma distinção significativa sobre a percepção de personagens com histórias complicadas. “Não estou dizendo que não exista justiça. O importante é olhar para o ser humano”, concluiu.